Mas que rico trabalho na nossa Santiago, avenida Sete. Primeiro, os carros corriam demais e havia perigo aos pedestres. Aí, veio a solução: tomem quebra-molas! O problema é que erraram na dose e aí a Sete ganhou uma montanha bem ali perto do hospital. O que seria para o bem, acabou deixando o trânsito muito lento.
Mas a sorte é que temos vereadores. O Davi Vernier pediu, reivindicou e o prefeito, enfim, cedeu. O quebra-molas também. Cedeu tanto que não sobrou nada. Retiraram tudo. Tava ruim mesmo, então, vamos fazer um novo. O bom é que a sobra pode ser reaproveitada noutro local em outro, adivinhem, em outro quebra-molas.
Santiago é ou não é uma cidade progressista?
A finada fiscalização
Tanto se fala em “mobilidade urbana”. Uma linda expressão, pena que nos falte muito para o ideal. Em Santiago não há espaços para ciclistas, os skatistas têm mas não usam (preferem as ruas) e as calçadas estão sempre cheias de cocô de cachorro, de entulhos ou lixo e árvores mortas. Mais morta ainda está a nossa fiscalização.




