Natal – RN – O comportamento de quem usa a violência para fazer política continua gerando polêmica e preocupação. Voltou a circular na internet o vídeo de um discurso pesado feito pelo deputado estadual Coronel Azevedo. Nas imagens, que são do período da campanha eleitoral passada, o político aparece em plena sessão da Assembleia Legislativa segurando uma arma e ameaçando o presidente Lula de forma direta.
Ameaça em tom de brabeza
O deputado perdeu a estribeira ao rebater as propostas do petista para a classe trabalhadora e para o fortalecimento dos sindicatos. Mostrando o revólver no plenário, o parlamentar esbravejou que receberia o atual presidente à bala caso ele aparecesse na sua casa. Chamando o adversário de bandido e desordeiro, o militar aposentado mandou o político se tratar, criando um clima de pânico e agressividade dentro do parlamento.
Rastro de ataques e tragédia
Essa postura agressiva não é um caso isolado e faz parte de uma cartilha que já causou estragos reais pelo Brasil. No mesmo ano desse discurso, a intolerância partidária tirou a vida do trabalhador Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu. Ele foi m4tou a tiros por um sujeito revoltado apenas porque a festa de aniversário da vítima tinha como tema o presidente Lula. Mais adiante, essa mesma onda de fúria resultou no quebra-quebra contra as sedes dos poderes em Brasília.
Impunidade no parlamento
Embora a ameaça seja um crime claro previsto no Código Penal, o Coronel Azevedo seguiu a vida sem sofrer nenhuma punição. O deputado não foi processado pela Justiça e não recebeu nenhum tipo de castigo ou censura dos seus colegas na Assembleia Legislativa. Como diz o ditado, “quem cala consente”, e a falta de providências contra o abuso só ajuda a deixar o ambiente político cada vez mais perigoso para a democracia.
Redação, João Lemes; Fonte: Redes Sociais e Agências de Notícias ⚖️
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