Praia Grande – SC – (Região Sul) – Passou um ano da queda do balão de ar quente que chocou o país, mas as famílias de quem perdeu a vida ainda aguardam por justiça. O acidente aconteceu na manhã de 21 de junho de 2025, quando o equipamento que levava 21 pessoas pegou fogo minutos após subir. Parte das vítimas tentou escapar saltando da cesta, mas o impacto foi inevitável para outros ocupantes.
Apuração lenta
A polícia apontou que o incêndio começou perto do maçarico e que o extintor não funcionou na hora do aperto. O Ministério Público informou que os processos continuam em aberto e correm em segredo de justiça. Uma perícia ainda trava o desfecho do inquérito, impedindo que se saiba quem responderá pela m0rt3 das oito pessoas. Além da área criminal, o caso também tramita na esfera cível e federal.
Mudanças nas regras
Depois do ocorrido, o setor de balonismo teve que se adequar. Hoje, as empresas são obrigadas a seguir normas mais rígidas, como ter seguro, rádio, altímetro e sistema de desinflagem rápida. O caso serve de alerta, mas, para quem sofreu a perda, as novas normas não preenchem o vazio deixado pela demora na punição dos responsáveis.
Redação, João Lemes; Fonte: Rádio Uirapuru 🎈
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