Santiaguense propõe mudança no Hino Nacional

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Oracy Dornelles é autor de vários livros, é um estudioso da literatura mundial e profundo conhecedor da gramática. E ele sugere três mudanças na letra do Hino Nacional. Veja sua análise:
“São três erros crassos, sendo um que compromete a
Segurança Nacional.   Escrito pelo poeta
parnasiano Osório Duque Estrada, (RIO, 1970-1927), o Hino Nacional Brasileiro
bem que poderia ser mudado. Principalmente o uso de uma palavra sem sentido, um
cacófato gritante e uma frase que compromete a integridade nacional.  Seu autor era um poeta parnasiano de segunda
ordem, mais conhecido como crítico acerbo de estreantes e poetas novatos da
época, Muito inferior ao contemporâneo Olavo Bilac, Raymundo Correia, Emílio de
Menezes e outros, Osório Duque Estrada só passou para a História da Literatura
Brasileira, por ser o autor da letra do nosso Hino Nacional, quando venceu um
concurso no Rio para sua escolha.
                   
 
Osório Duque Estrada, poeta de parca inspiração, ficou também conhecido
por ser o autor de um livro de metrificação, “A Arte de Fazer Versos”, (1912),
e um Dicionário de Rimas Ricas, (1915, ambos ed. no Rio). A primeira lacuna é de pouca importância,
mas é lacuna. Trata-se da palavra “flâmula”, Foi empregada como
sinônimo de bandeira. pavilhão , de estandarte, o que na verdade não é.  “Flâmula” veja dicionário, “é
uma bandeirola estreita e comprida terminada em bico ou farpada e que se usa em
navios, em sinalização, em festividades ou como adorno” e não como bandeira,
empregada por Duque Estrada.

A segunda lacuna é
mais grave. Trata-se de um cacófato gritante! Cacófato é o concurso de sílabas
ou palavras produzindo duplo sentido, ou baixo ou ridículo.  “Heroico brado retumbante…” Herói
cobrado. É um herói que estava devendo e que foi cobrado pela dívida; herói
cobrado. No Hino “Heroico brado retumbante…”  

E a terceira é
humilhante e vergonhosa lacuna: apresenta nosso país como uma nação que
está  “deitada eternamente”,
(deitada!),  em  ” berço “, (caminha  para criança), esplêndido”.        Ora, apresenta o Brasil  como uma nação que está deitada, não  age. dorme no concerto das outras nações, e
ainda ” sem chance de futuro, pois dorme ETERNAMENTE(!), em berço
esplêndido… 

Por isso o Brasil não vai pra frente, pois vez de estar atento, vigilante,
está dormindo, e ainda “eternamente”.    Levantas, BRASIL, de teu bercinho, e olha
para o futuro. Faz teus filhos acreditarem mais em teu poder glorioso, mudando
essas palavras  equivocadas de teu
deshino nacional.  Temos que ser
coerentes: não adianta protestar como um como um leão e agir como jumento”.

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