Glorinha – RS – (Região Metropolitana) Segundo as autoridades, os homens, com idades entre 20 e 30 anos, trabalhavam em uma lavoura de legumes sem registro em carteira e viviam em condições degradantes, sem acesso à estrutura básica.
Condições precárias
A fiscalização encontrou um alojamento de madeira sem instalações sanitárias, além da falta de equipamentos de proteção e cobertores para parte dos trabalhadores. Dois dos indígenas falavam apenas a língua Guarani, o que dificultou a comunicação durante a operação.
Responsável foi preso
O proprietário da área foi preso em flagrante pelo crime de redução de trabalhadores à condição semelhante à de escravidão. Ele assumiu o compromisso de regularizar a situação, quitar os direitos trabalhistas, pagar indenizações e custear o retorno dos trabalhadores às cidades de origem.
Direitos garantidos
Além das verbas trabalhistas, os seis trabalhadores terão direito ao seguro-desemprego especial destinado às vítimas desse tipo de exploração.



Redação, João Lemes. Fonte: Folha Agrícola.
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