Estado – RS – A Polícia adotou um novo protocolo para agilizar as buscas por pessoas desaparecidas de grupos considerados vulneráveis. A medida vale para crianças, adolescentes, idosos, mulheres em situação de violência e pessoas com deficiências físicas ou intelectuais. Desde janeiro, foram registrados 1.649 desaparecimentos no Estado e 1.495 pessoas foram localizadas.
Prioridade nas buscas
O protocolo estabelece uma classificação de risco por cores e padroniza o trabalho das delegacias. Crianças menores de 12 anos, por exemplo, recebem classificação de prioridade máxima. As primeiras providências incluem registro imediato, obtenção de foto recente, conversa com familiares e buscas em hospitais, unidades de saúde e instituições de acolhimento.
As primeiras horas são importantes
As ações são organizadas conforme as primeiras duas, seis e 24 horas após a comunicação. A polícia pode verificar endereços, bancos de dados, redes sociais e imagens de câmeras de segurança, além de investigar possíveis conflitos, ameaças ou situações de violência. Caso a pessoa não seja encontrada, as buscas continuam e as estratégias são reavaliadas.
Não precisa esperar 24 horas
A Polícia Civil reforça que não existe a obrigação de esperar 24 horas para comunicar um desaparecimento. A orientação é procurar as autoridades assim que houver uma mudança incomum na rotina e não se souber onde a pessoa está. Quanto mais cedo a polícia for informada, maiores são as possibilidades de localização.
Redação, João Lemes. Fonte: G1 RS.
Acompanhe o NP pelas redes sociais:
- Tiktok: @np.expresso
- Comunidade no WhatsApp: Clique Aqui
- Instagram: npexpresso
- Facebook: NPExpresso



