Passo Fundo – RS – (Região do Planalto) – A cidade tem cerca de 3,2 mil migrantes com carteira assinada. A maior parte trabalha na indústria, principalmente em frigoríficos, e também em supermercados. Segundo a FGTAS/Sine, cerca de 30 imigrantes procuram emprego todos os dias no município. Venezuelanos, haitianos e cubanos estão entre as nacionalidades mais presentes, além de trabalhadores de países da África e da Ásia.
Formação ainda é desafio
Apesar do alto índice de empregabilidade, muitos não conseguem atuar na profissão em que se formaram. O professor guineense Saído Baanlde, de 33 anos, conta que a maioria dos conterrâneos tem curso técnico, graduação ou especialização, mas apenas uma pequena parte trabalha na própria área. Antes de dar aulas na rede estadual, ele passou por um supermercado e também trabalhou em um frigorífico.
Contribuição para a cidade
A Organização Internacional para as Migrações destaca que o emprego formal garante autonomia aos imigrantes e ajuda no desenvolvimento econômico. Para Saído, além de suprir a falta de mão de obra, os estrangeiros também contribuem para a diversidade cultural e social de Passo Fundo.
Fonte: GZH
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