Nacional – A doença está entre os tipos mais frequentes no país, mas pode ser prevenida e apresenta melhores chances de tratamento quando descoberta cedo. A estimativa é do Instituto Nacional de Câncer.
A importância da colonoscopia
O coloproctologista Daniel Azambuja, da Santa Casa de Porto Alegre, recomenda a colonoscopia preventiva a partir dos 45 anos, conforme avaliação médica. O exame permite localizar e retirar pólipos, pequenas lesões que podem evoluir para câncer. A frequência depende do resultado e do histórico familiar do paciente.
Os hábitos de prevenção
Uma alimentação rica em fibras, exercícios regulares e peso saudável ajudam a reduzir os riscos. O médico orienta evitar carnes processadas e embutidas, como salsicha, linguiça, bacon e presunto. Tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade e excesso de carne vermelha também são fatores de risco.
Os sinais de alerta
Sangue nas fezes, desconforto na barriga, emagrecimento fora do normal e mudanças no funcionamento do intestino precisam ser investigados. Mesmo uma alteração aparentemente positiva merece atenção quando representa uma mudança no padrão habitual da pessoa.
Redação, João Lemes. Fonte: GZH e Instituto Nacional de Câncer
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