Hoje (31 de março) o Brasil relembra o golpe militar de 64, quando João Goulart teve que deixar a presidência e se exilar no Uruguai. Os militares ficaram por 20 anos no comando do Brasil, mataram e cometeram torturas tudo em nome da lei, lei que eles entendiam como corretas.
A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais.
Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista.
A ditadura Militar (anos de chumbo) durou de 1964 a 1985. Castelo Branco foi o primeiro presidente militar e o último foi João Figueiredo.


