Rio de Janeiro – RJ – Carlos Bolsonaro não é réu nesta ação de improbidade administrativa. O processo trata da atuação de antigos servidores de seu gabinete na Câmara Municipal.
A acusação
Segundo a promotoria, os investigados repassavam parte dos salários para um grupo responsável pela arrecadação. O suposto esquema teria funcionado entre 2005 e 2021.
O ex-chefe de gabinete Jorge Luiz Fernandes é apontado como principal beneficiário. A investigação afirma que Regina Célia Sobral Fernandes, mulher dele e também ex-assessora, recebeu dinheiro de outros servidores e transferiu os valores para a conta do marido.
As transferências
O Ministério Público encontrou 304 transferências que somam cerca de 814 mil. Outra ex-assessora, Andrea Cristina da Cruz Martins, teria enviado 112 mil a Jorge Luiz em 2018, valor equivalente a aproximadamente 70% dos salários recebidos naquele período.
Além da devolução do dinheiro, a promotoria pede multa, suspensão dos direitos políticos e proibição de ocupar cargos públicos. Na área criminal, os sete ex-assessores já respondem por organização criminosa e peculato. As defesas não foram localizadas para comentar o caso.
(Redação, João Lemes. Fontes: CBN e GloboNews)
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