Depois de beber e festejar à vontade numa casa noturna (daquelas onde a cerveja é mais cara), o sujeito foi apresentado à sua conta: 307 reais. Se coçou daqui e dali e tentou passar quatro cartões de crédito, mas nenhum foi aceito. O funcionário que registrou queixa, diz que tentou negociar, mas o cliente se exaltou e disse que não iria pagar, mesmo tendo dinheiro na carteira. E ainda o chamou de “negro sujo, que não era gente”, o que se caracteriza como racismo. A Brigada foi chamada e o cliente caloteiro foi parar na Delegacia.


