Encerrei às 18h o trabalho na rádio, entrei no carro e quando fui sair, tive a frente cortada por uma moto que apareceu do nada, vinda da contramão. Logo ali na conveniência do posto do Center Hall, jovens já reunidos bebendo, sendo que a balada começa lá pela meia-noite. Detalhe, todos de carro. Peguei a Silveira Martins e, na esquina do antigo prédio da Felice, quase presenciei um acidente sem precedentes. Por pouco, dois carros, uma moto e um caminhão não se chocaram. Cheguei a suar frio com a cena que vi. Uma manobra errada de retorno do caminhão e o excesso de velocidade de um dos veículos poderia ter gerado um acidente gravíssimo.
Se na cidade já é desse jeito, imaginem nas estradas, como a BR 287, que está em ótimas condições – um verdadeiro tapete – é aí que os motoristas correm, ultrapassam, fazem manobras arriscadas. Falta fiscalização e mais campanhas educativas, só assim, talvez, o número de acidentes possa estacionar ou até diminuir.