A decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), de manter em sigilo as notas que justificam seus gastos com cota parlamentar passou a ser seguida por mais 12 senadores, incluindo Flávio Bolsonaro (à direita), filho do presidente Bolsonaro. Eles negaram pedidos via Lei de Acesso à Informação com a mesma justificativa. A recusa se baseia num parecer de 2016, produzido na gestão de Renan Calheiros (MDB-AL). O documento afirma que qualquer senador pode se negar a apresentar uma nota fiscal, quando julgar necessário, por questões que envolvem a sua própria segurança.



