Estado/Nacional – Uma investigação de um ano e três meses revelou conexões interestaduais e transnacionais envolvendo tráfico de drogas, armas, munições e explosivos, clonagem de carros, aliciamento de menores e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, a organização é a maior de Porto Alegre e uma das mais violentas do Estado.
As prisões
A polícia cumpre 33 mandados de prisão preventiva e 121 de busca e apreensão nesta quarta-feira, 26. Até a atualização da operação, 31 investigados foram presos, quatro em flagrante. Outros 13 alvos já estavam em presídios.
Entre os alvos estão Luís Fernando da Silva Soares Júnior, conhecido como Júnior Perneta, e Cristian dos Santos Ferreira, o Nego Cris. Os dois receberam novas ordens de prisão.
Os Estados
Cerca de 480 policiais participam da ação no RS, em Santa Catarina, São Paulo, Goiás e Tocantins. No território gaúcho, os mandados alcançam Porto Alegre, Gravataí, Alvorada, Viamão, Charqueadas e Novo Hamburgo.
O dinheiro
A polícia pretende bloquear cerca de 6 milhões e apreender bens ligados ao grupo. A investigação aponta que uma empresa de fachada seria usada para administrar uma cantina dentro de um presídio. A facção também manteria conexões com o Paraguai e usaria drones para lançar materiais dentro das cadeias.
(Redação, João Lemes. Fonte: GZH)
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