Santa Maria – RS – (Região Central) – O superintendente Humberto Palma afirma que a superlotação no Hospital Universitário de Santa Maria é um problema crônico da rede de urgência e emergência. Segundo ele, a pressão afeta pacientes e trabalhadores, provoca atrasos e aumenta os riscos no atendimento.
Palma aponta o crescimento da procura direta pelo hospital como um dos fatores. Em abril de 2025, o Husm recebia cerca de 840 pacientes por mês sem encaminhamento. Agora, são aproximadamente 1,4 mil por mês, alta de 67%.
A rede de atendimento
O superintendente também cita falhas na atenção básica e nas transferências entre hospitais. Em alguns casos, o Husm recebe pacientes, faz a estabilização e aguarda vaga em outra unidade que seria referência para o atendimento definitivo.
O hospital informa que mantém ações para melhorar os fluxos internos e comunica a situação aos órgãos de controle. A orientação é que pacientes procurem unidades básicas, UPAs ou prontos atendimentos quando não houver necessidade de atendimento de maior complexidade. (Redação, João Lemes. Fonte: Bei)
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