Esteio – RS – (Região Metropolitana) – A Justiça decidiu na quarta-feira, 2, que Jocemar Antunes de Almeida e Belisia de Fátima da Silva devem ser julgados pelo Tribunal do Júri. Os dois seguem presos preventivamente, e a data do julgamento ainda não foi definida.
A acusação
Segundo o Ministério Público, os réus respondem pelas m0rtes de Kauany Martins Kosmalski, de 18 anos, do filho dela, Miguel, de dois meses, e de Ariel Silva da Rosa, de 16 anos. Um exame de DNA comprovou que o líder religioso era pai biológico do bebê.
A denúncia aponta que o casal teria cometido os crimes para ocultar a paternidade e a relação extraconjugal, preservando a imagem que mantinham na comunidade religiosa. O adolescente também teria sido m4to porque os acusados acreditavam que ele sabia sobre o envolvimento entre o líder religioso e a jovem.
O caso
Conforme a denúncia, as vítimas foram atraídas para uma área isolada sob o pretexto de participar de uma cerimônia religiosa, em julho de 2025. Kauany e Ariel foram mortos a facadas, enquanto Miguel sofreu traumatismo craniano. Os corpos foram escondidos em uma área de mato às margens do Rio dos Sinos. O líder religioso ainda responderá por violação sexual mediante fraude, além de outros crimes ligados ao caso.
(Redação, João Lemes. Fonte: Ministério Público)
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