Nacional – O presidente Edson Fachin recebeu um pedido para convocar com urgência uma sessão pública do plenário. Treze ex-ministros do Supremo defendem uma apuração imediata e rigorosa sobre fatos que, segundo eles, comprometem o prestígio e a autoridade da Corte. No texto, classificam o atual momento como a mais aguda crise da história do STF.
A carta não cita nominalmente ministros em atividade nem detalha quais episódios deveriam ser investigados. Entre os signatários estão Celso de Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie, Ayres Britto e Nelson Jobim.
A reação de Celso de Mello
Após a divulgação do documento, Celso de Mello afirmou que a carta mantém distância dos casos e eventos que provocaram, segundo ele, perda da confiança social na integridade, imparcialidade e independência dos juízes do STF.
O ex-ministro também defendeu julgamentos públicos pelo plenário. Para ele, decisões sobre interesse da sociedade, moralidade pública e integridade das instituições devem ser tomadas sob o olhar dos cidadãos. (Redação, João Lemes. Fonte: Zero Hora)
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