Nacional – Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que a “legítima defesa tem que voltar” ao ser questionado sobre uma possível ampliação do acesso a armas. O senador, porém, não detalhou quais medidas adotaria em um eventual governo.
O que pode mudar
Flávio indicou que pretende retomar pontos da política armamentista do governo de Jair Bolsonaro. O deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), aliado do senador, já defendeu a revogação de decretos editados pelo governo Lula e mudanças nas regras para porte, compra e uso de armas.
Bilynskyj afirmou à Folha que não há medidas definidas e que as possíveis mudanças serão discutidas durante uma transição de governo. Entre as propostas citadas por ele está o fim da exigência de comprovação de necessidade para a concessão do porte.
O estoque de armas
Dados da Polícia Federal mostram que há 1,6 milhão de armas registradas em nome de 1,06 milhão de CACs no país. Desse total, cerca de 796 mil são pistolas, 370 mil são fuzis e carabinas e 251 mil são espingardas.
O número é maior que o registrado em 2018, quando havia 350.683 armas em nome de CACs. No atual governo, a União restringiu o acesso a novos armamentos e transferiu do Exército para a Polícia Federal o controle dos caçadores, atiradores e colecionadores. (Redação, João Lemes. Fonte: Folha de S.Paulo)
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