Nacional – Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, disparou duras críticas contra a política de preços da Petrobras durante conversa com lideranças políticas no Rio de Janeiro. O senador apontou que o governo federal segura artificialmente os valores nas bombas para levar vantagem na corrida eleitoral, alertando que a conta dessa manobra vai estourar direto no bolso do trabalhador.
A conta do diesel para depois do pleito
Segundo as declarações do candidato, o presidente Lula concedeu um alívio de cerca de 2 reais no litro do diesel que tem data certa para acabar. O benefício terminaria na véspera da votação de 25 de outubro. Flávio argumentou que, logo após as urnas fecharem, o valor do combustível deve disparar nos postos de todo o país.
O pacote de socorro do governo federal
A manifestação ocorreu após a Fazenda anunciar medidas para tentar conter os aumentos causados pela guerra no Irã. O plano do governo prevê zerar impostos federais sobre a gasolina por um mês, além de reforçar ajudas de custo e desonerações no etanol e no diesel. O impacto final para o motorista, no entanto, ainda vai depender das cotações internacionais e das margens dos postos.
A boataria sobre a venda da estatal
Ao ser questionado sobre o futuro da petrolífera, Flávio negou qualquer plano de venda da empresa em um eventual mandato. Ele classificou as conversas sobre privatização como invenção dos adversários petistas e preferiu não adiantar nenhum nome para a diretoria da estatal.
Redação, João Lemes; Fonte: Agência Brasil
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