Nacional – “Eu abro meu sigilo do telefone sim, mas o Marcola tem que abrir o dele”, afirmou Flávio Bolsonaro (PL-RJ), no dia 21. A declaração se refere a Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-chefe de gabinete do presidente. O candidato disse que aceitará a proposta de divulgação dos dados telefônicos, bancários e fiscais, condicionando sua adesão à inclusão do ex-assessor.
O desafio no debate
Lula (PT) havia proposto a abertura dos sigilos dos dois concorrentes à Presidência e de seus familiares durante o debate. Ao responder, Flávio questionou a iniciativa, alegando que o presidente não tem celular, e afirmou que levaria o desafio “até as últimas consequências”. Não esclareceu, porém, se a divulgação alcançaria seu pai e seus irmãos.
O senador também defendeu a origem de seus bens e disse que o patrimônio está declarado à Justiça Eleitoral e à Receita Federal. “Minha vida é um livro aberto”, afirmou. A troca de declarações ocorre na reta final do segundo turno, marcado para o dia 25.
(Redação, João Lemes. Fonte: Correio Braziliense)
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