Estado – RS – A produção cresceu, o consumo ficou quase parado e a concorrência entre postos ajudou a conter os valores nas bombas. Segundo levantamento da ANP citado por GZH, Santa Catarina aparece na segunda posição, com média de 6,29 por litro. Porto Alegre também registra o menor preço entre as capitais: 5,91.
A oferta de combustível
A Refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas, respondeu por 11,3% do refino nacional de gasolina até agosto. Em 2025, essa participação havia sido de 8,5%. Conforme a reportagem, a Petrobras ampliou a produção para reduzir a necessidade de importação após a alta das cotações provocada pela guerra no Irã.
O consumo e a concorrência
A demanda gaúcha por gasolina aumentou apenas 0,8% até agosto, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o economista Edson Silva, da consultoria ES Petro, parte da explicação está na troca pelo etanol, cujas vendas cresceram 16%. O presidente do Sulpetro, Fabrício Severo Braz, também aponta a disputa entre os 3.180 postos do Estado, que vendem menos litros por estabelecimento do que a média brasileira.
As medidas federais
Segundo GZH, a Petrobras tem evitado reajustes, enquanto o governo federal adotou medidas para reduzir o impacto da alta internacional. No início de outubro, o subsídio à gasolina chegou a 89 centavos por litro. Essas medidas também contribuem para segurar os preços, conforme a reportagem.
(Redação, João Lemes. Fonte: GZH)
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