A justificativa para o pedágio
Estado – RS – O Funrigs foi criado para enfrentar os danos causados pelos eventos climáticos de 2023 e 2024 e preparar o Estado para situações futuras. O governo argumentava que as rodovias do Bloco 1 foram afetadas pelas enchentes e que as obras poderiam recuperar e reforçar essa estrutura.
O plano previa um investimento de R$ 1,5 bilhão do fundo na concessão. Segundo o governo, o dinheiro ajudaria a antecipar obras e reduziria a tarifa estimada de R$ 0,32 para R$ 0,21 por quilômetro.
Trocando em miúdos
O fundo foi criado para ajudar na reconstrução depois das enchentes. O governo queria usar parte dele nas obras de rodovias que também terão pedágio, alegando que elas precisavam ser recuperadas e preparadas para novas enchentes. Esse dinheiro não seria um desconto direto para cada motorista: entraria no projeto da concessão, com a promessa de baixar a tarifa e adiantar obras.
O governo desistiu do aporte no Bloco 1. Com isso, R$ 1,27 bilhão fica disponível para outros projetos de infraestrutura, estradas, portos, habitação e proteção contra eventos climáticos. A Secretaria da Reconstrução Gaúcha avalia quais ações receberão os recursos, que devem ser usados até outubro de 2027. O governador Eduardo Leite pediu à ao governo federal que prorrogue o prazo até dezembro de 2028.
(Redação, João Lemes. Fontes: GZH, Governo do RS e Lei Estadual 16.134/2024)
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