Santiago – O grupo Somente Elas está desde às 5h desta
segunda (16) em frente ao 5º RP Mon em protesto contra o pacote do governo de
Eduardo Leite, que prevê mudanças nas carreiras e na previdência dos servidores
públicos estaduais. Durante a manifestação, elas bloqueiam a saída de viaturas
e policiais.
segunda (16) em frente ao 5º RP Mon em protesto contra o pacote do governo de
Eduardo Leite, que prevê mudanças nas carreiras e na previdência dos servidores
públicos estaduais. Durante a manifestação, elas bloqueiam a saída de viaturas
e policiais.
O policiamento nas ruas não está sendo prejudicado. Conforme a líder do grupo,Triciani Radelli, as viaturas de serviço foram orientadas desde a meia-noite a
não descerem para o quartel e permaneceram pelas ruas. “A luta é de
todos. Esse pacote acarreta em várias coisas para nossas famílias”,
explica Triciani.
não descerem para o quartel e permaneceram pelas ruas. “A luta é de
todos. Esse pacote acarreta em várias coisas para nossas famílias”,
explica Triciani.
O grupo permanecerá até o meio dia. À tarde haverá nova
mobilização para chamar a atenção da comunidade. Será uma caminhada pelo centro
(15h), com concentração em frente da igreja Matriz. Haverá a participação de
servidores de outras classes, como o magistério, Polícia Civil e apoiadores.
mobilização para chamar a atenção da comunidade. Será uma caminhada pelo centro
(15h), com concentração em frente da igreja Matriz. Haverá a participação de
servidores de outras classes, como o magistério, Polícia Civil e apoiadores.
A Polícia Civil gaúcha entrou em greve nesta segunda, 16.
A categoria decidiu pela paralisação em assembleia ocorrida no dia 10. Durante
o movimento, estão mantidos apenas os atendimentos de urgência e de emergência
nas delegacias. Não haverá cumprimento de mandados de buscas e apreensões,
mandados de prisão, operações e ações policiais, serviço de cartório, entrega
de intimações, entre outros serviços. As delegacias de pronto atendimento
atenderão somente flagrantes e casos der maior gravidade, como crimes contra a
vida.
A categoria decidiu pela paralisação em assembleia ocorrida no dia 10. Durante
o movimento, estão mantidos apenas os atendimentos de urgência e de emergência
nas delegacias. Não haverá cumprimento de mandados de buscas e apreensões,
mandados de prisão, operações e ações policiais, serviço de cartório, entrega
de intimações, entre outros serviços. As delegacias de pronto atendimento
atenderão somente flagrantes e casos der maior gravidade, como crimes contra a
vida.







