O Hospital Universitário identificou três pacientes contaminados pela superbactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase). Um deles morreu depois de três meses de internação, mas conforme nota de esclarecimento divulgada pelo hospital, a morte foi em decorrência de outras doenças. Um dos pacientes tem tratamento ambulatorial e não apresenta sintomas de infecção, enquanto o outro está internado e está “evoluindo de maneira satisfatória”.
A superbactéria é resistente à maior parte dos tratamentos disponíveis. Pessoas que passam por longas internações hospitalares com uso de múltiplos antibióticos e quem têm problemas de baixa imunidade são suscetíveis a esse micro-organismo. É uma doença que se transmite por contato direto com o paciente contaminado e não pelo ar.
Para controlar a disseminação da superbactéria é necessário evitar superlotação em hospitais e adotar medidas que previnem a transmissão, como por exemplo a higiene das mãos, o uso de luvas e aventais. O uso criterioso de antibióticos também é fundamental para evitar a contaminação.


