(J.Lemes)
Deu de tudo na sessão. Macir Ribeiro disse uma das frases mais interessantes: “A classe mais importante do país é a dos professores”. Está correta: sem eles não existiriam tantas outras profissões…
O Bianchini estava nos dias dele. Que os deputados só foram fazer politicagem na audiência da 377, se referindo a conversas políticas de bastidores e acordos e apoios. Mas queria que eles falassem de quê?
Pior fizeram os do lado do governo que não tiveram coragem de ir lá nem pra dar as horas.
O Marion é o rapaz da prosa boa. Legal que ele mistura bem o linguajar simples com os “sostificado” e vira numa tramoia…
E alguns vereadores sempre dizem que o servidor público é o maior patrimônio da prefeitura. Muito bem, concordamos em cheio. E o patrimônio é melhor ainda quando tem poder de voto;
Frase boa foi a do vereador Décio sobre o vale-refeição: “Tenho certeza que dentro das possibilidades será feito o máximo possível”. E eu tenho a certeza de que ele não disse nada com nada.
Macir ainda saudou o Cláudio e o Bugio. O Décio disse que a Mônica foi atropelada perto do Banco do Brasil. Entendi o seguinte: que o Bugio não é o Cláudio e que a Mônica deveria estar atrás do Cebolinha.
Iara de novo começou em tom de xingamento, sempre no seu linguajar rebuscado… Depois, pra fechar como deveria, levou uma do seu Arlindo e acabou como sempre acaba: falando sem microfone. Na semana que vem ela empata com quem?
Iara falou “da Yeda”, bem assim: “da Yeda”, não da ex-governadora, e que inaugurou a 377 sem estar pronta e ainda ficou um tempão e saiu sem terminá-la. Foi aí que entrou o tio Arlindo e fez mais lindo ainda: “Em vez de pensar na solução, a dona Iara fala do passado”.
Mas este é o bom da política, tio Arlindo. É fazer feio jogando a culpa um no outro para dizer que o “meu” partido é melhor. E durma-se com um barulho desses.


