Caso Marielle de
volta ao noticiário
Depois que a Rede Globo mencionou o nome do presidente Bolsonaro no caso da falecida vereadora carioca Marielle Franco, é só no que o país fala. Um porteiro teria ido à casa de Bolsonaro antes de a vereadora ser assassinada. A Globo isentou o presidente na reportagem, mesmo assim ele gravou um vídeo e expôs sua revolta contra a emissora.
Sobrou para Witzel
O porteiro disse que suspeito de matar a vereadora esteve no condomínio de Bolsonaro, que se isentou dessa responsabilidade e insinuou que Witzel, governador do RJ, teria vazado informações à Globo.
Outro capítulo
Agora, a revista Época, também da Globo, lançou esta: “Fernanda Chaves, a assessora que acompanhava Marielle Franco na noite do assassinato, contou à polícia (em março do ano passado) que a vereadora tivera uma briga pública e muito forte com Carlos Bolsonaro em 2017.


