(J.Lemes)
Santiago – Em abril vai aportar por aí mais uma daquelas feiras itinerantes, que vendem de tudo e não dão nota fiscal de nada. A Prefeitura e o Centro Empresarial unem forças para forçar a burocratização pra cima delas e impedir que voltem a saquear o dinheiro circulante do comércio local, que é quem sustenta os empregos de quem vai lá comprar.
Cheque carimbado
Como os juízes costumam atender as liminares propostas pelas feiras, em atendimento à lei de livre comércio, pouco se pode fazer para barrá-las. A não ser exigir papelada e afins. No entanto, a melhor propaganda contra elas, as próprias se encarregam de fazer: ano passado, dezenas de pessoas se queixaram que compraram com cheque e os feirantes descontaram antes do prazo, deixando muita gente no vermelho.
Economia no vermelho
Existe uma união de esforços entre a Prefeitura, Centro Empresarial e imprensa. Pena que os clubes não tenham a mesma sensibilidade. E, claro, os consumidores que acham que estão fazendo um bom negócio por comprar tal ou qual produto que ele acha que é mais barato do que o oferecido no comércio local (sem nota, nem garantia). Mas, na real, está mandando dinheiro pra fora, em vez de ficar no nosso comércio. Menos dinheiro circulando é ruim pro bolso de todos.



