(J.Lemes) Sabem para onde foram os médicos cubanos do Mais Médico? Alguns foram embora, outros se casaram e permanecem entre nós, e há os que mudaram de ramo. E ainda tem uns que viraram balconistas de farmácias.
Isso é bom. O objetivo é dar emprego aos cubanos.
Mas há quem diga que eles foram para tais empresas para aumentar as vendas em muito mais e, como são médicos, saberiam receitar o remédio certo. Em tese, não se precisaria consultar outro profissional.
Eles estão sendo contratados como balconistas, mas estariam atuando como farmacêuticos.
A lei não impede a pessoa de trabalharam, desde que sua permanência no país esteja correta, mas se por ventura o proprietário disser ao público que há um médico no local, pode caracterizar falsidade ideológica, já que a Lei 5.991/73 diz que não pode haver consulta médica na farmácia”.
Indústria do atestado
Na região há outro problema ligado à saúde: muitos médicos, estes, brasileiros, estão dando atestado para qualquer unha encravada. Há uma indústria deste tipo e que só caleja empresários. Ninguém duvida que a pessoas ficam doentes, mas é estranho que a segunda-feira seja fatídica para as doenças atacarem.



