Ela chegou a procurar a Brigada para registrar ocorrência de perseguição, mas não teria direito a medidas protetivas porque não mantinha relação íntimas de afeto com o assassino.
Canela – O assassinato da diarista Roselane Cândida da Silva, 45 anos, trouxe à tona um debate sobre as limitações da Lei Maria da Penha. Ela foi morta com quatro tiros por um conhecido que a perseguia há um mês. A diarista chegou a procurar a Brigada para registrar ocorrência de perseguição, mas não teria direito a medidas protetivas porque não mantinha relação íntimas de afeto com seu assassino. No sábado, estava na fila do supermercado com o marido quando levou quatro tiros. Ele fugiu, mas acabou suicidando-se a poucas quadras. (Zero Hora)



