As poucas e boas da semana

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(J.Lemes)
Natureza viva – Fui a Santa Maria no fim de semana e também ando muito pela região. Graças a isso tenho visto belas paisagens com muito verde, lagos, lagoas e rios cheios de novo. Que maravilha! Esta de fato foi a pior seca dos últimos anos, mas nem um mal vai embora sem deixar ao menos uma lição, e a de agora não é nem preciso eu dizer, não é? (fotos: Ruy Gessinger)

Câmara – As sessões da câmara em Santiago seguem normais, não só no velho horário da tarde (pra ninguém ir ver mesmo) como também pela sistemática troca de cacetadas entre Pelé e Bianchini. Coisa nor(mal);
Correios – O Correio em Santiago logo terá uma unidade regional, gerando mais empregos e um melhor atendimento. Essa boa informação me foi passada pelo nosso vereador Marquinhos;
Marquinhos – Falando em Marquinhos, que ninguém pense que ele sairá do seu partido para concorrer a deputado por outro só porque seria mais fácil eleger-se. O guri quer mesmo ficar é na sua sigla, nem que tenha que voltar-se apenas ao seu trabalho na pecuária e aos estudos;
Baderna nas ruas – O programa Expresso no Ar debateu mais uma vez a questão do barulho nas ruas em altas madrugadas, como nos postos de gasolina. Desafiou a segurança pública, senhores vereadores, enfim, seja quem for que tenha poder de mando, que dê um jeito nisso antes do forte do verão;
Educadora? – Noutras cidades até bem maiores isso não se cria. Nada de gente bebendo e fumando ao redor das bombas e muito menos com seus sons lacrados a toda. Isso é coisa de cidade provinciana, não “educadora”;
Como bem falou o vereador Diniz Cogo: têm decibelímetro? Usem e acabem com isso. Basta querer.
Outro perigo – Um ouvinte ainda alertou que logo a baderna vai ser no novo posto ali na Tito, o qual será reinaugurado. Outro perigo será lá na avenida Alceu Carvalho com a fuzarca no Posto do Sol, isso se os donos seguirem vendendo trago até altas horas… 
Casinhas – Outro assunto debatido foi o caso do banheiro de uma dessas casas populares da prefeitura. Ele caiu e alguém já achou que era culpa do governo municipal. Não foi! Os donos construíram a tal peça fora do projeto original e, “pra ajudar”, a obra foi em cima de um poço-negro.

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