Conforme a advogada Letícia Sagrilo, da Procuradoria do município, assim que o mandado chegou foi encaminhado à secretária de Saúde. Mas havia necessidade de que o hospital entrasse em contato com outro que tivesse UTI cardiológica. Isso foi feito, mas sem sucesso. Apesar da falta de vagas em Santiago e outras cidades, a procuradora trabalhou para resolver o problema. No dia 20, finalmente seu João Francisco conseguiu uma vaga na CTI de Santiago, mas acabou falecendo algumas horas depois.
A filha da vítima, Débora Maggio, publicou em uma rede social que reconhece o empenho da procuradora Letícia Sagrilo em tentar resolver essa triste situação. Mas é preciso que algo seja feito para que ninguém mais passe por essa dor.



