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| O falecido deputado e seu amigo Paulo Cardoso ao meu lado. Cardoso e Chicão nasceram no mesmo dia. |
(J. Lemes)
No final de semana em que eu voltava da festa do hospital tive a sensação de que Chicão não havia morrido. Sei, todos temos essas horas de pensar que tudo foi mentira, mas essa foi a vez em que senti sua presença ainda mais forte.
Não era seu amigo íntimo, mas tínhamos ótima relação e o admirava muito. Pela primeira vez, coloquei uma placa de propaganda política em frente a minha casa.
Fomos vitoriosos, provamos desse sabor, fui o primeiro a ir com ele visitar a região depois de eleito e me orgulho disso, pois vi sua força, seus amigos… Foi bom enquanto durou, como tudo nesta vida.
Não consegui derramar uma lágrima (não é fácil me fazer chorar), mas sofri e sofro, assim como todos sofreram e sofrem.
Este pequeno artigo faz parte de um desabafo para amenizar a grande saudade do nosso ídolo, pois cada vez que escrevo o “falecido” deputado sinto que estou mentindo devido a enorme presença dele em nosso pensamento.


