A polícia santiaguense recebeu informação de que havia um
carro estranho no centro com quatro indivíduos. Um Ônix de Guaíba foi
localizado na Barão do Rio Branco, (lateral do Hotel Vila Rica) sem ninguém
dentro. Os policiais esperaram os quatro suspeitos se aproximarem do veículo e
abordaram.
carro estranho no centro com quatro indivíduos. Um Ônix de Guaíba foi
localizado na Barão do Rio Branco, (lateral do Hotel Vila Rica) sem ninguém
dentro. Os policiais esperaram os quatro suspeitos se aproximarem do veículo e
abordaram.
Eles resistiram e
precisaram ser algemados. Daniel da Silva Fagundes (35 anos), Carlos Felipe dos
Santos (20 anos) Lucas Cristiano Teixeira Salamoni (22 anos) e Getúlio Rigão
Júnior (39 anos) foram levados, juntamente com o veículo, à Delegacia para averiguações.
Lá, os policiais localizaram no compartimento da lataria do automóvel 12
tijolos de maconha (mais 7kg), dois revólveres 32 (municiados), duas camisetas da
Polícia Civil e munições calibre 38.
precisaram ser algemados. Daniel da Silva Fagundes (35 anos), Carlos Felipe dos
Santos (20 anos) Lucas Cristiano Teixeira Salamoni (22 anos) e Getúlio Rigão
Júnior (39 anos) foram levados, juntamente com o veículo, à Delegacia para averiguações.
Lá, os policiais localizaram no compartimento da lataria do automóvel 12
tijolos de maconha (mais 7kg), dois revólveres 32 (municiados), duas camisetas da
Polícia Civil e munições calibre 38.
Os quatro, que já têm passagens por diversos crimes, irão
para o presídio. Conforme a polícia, dois deles podem ser integrantes da
facção Bala na Cara (Porto Alegre). A suspeita é que a quadrilha iria tentar
praticar assaltos na cidade, já que eles andavam pelo calçadão observando o comércio e um deles tinha um cartão de uma joalheria do centro. Atuaram nas prisões
policiais civis e militares, coordenados pela delegada Débora Poltosi.
para o presídio. Conforme a polícia, dois deles podem ser integrantes da
facção Bala na Cara (Porto Alegre). A suspeita é que a quadrilha iria tentar
praticar assaltos na cidade, já que eles andavam pelo calçadão observando o comércio e um deles tinha um cartão de uma joalheria do centro. Atuaram nas prisões
policiais civis e militares, coordenados pela delegada Débora Poltosi.




