Ruivo não consegue a
cadeira que foi de Chicão
Os 12 mil e 376 votos que Júlio Ruivo fez em Santiago não foram suficientes para fazer do ex-prefeito um ocupante da cadeira que foi de seu falecido amigo Chicão (PP). No estado, Ruivo chegou a 27 mil, mas precisava de quase 40 mil. Não deu!
Júlio Ruivo começou muito jovem como vereador em Santiago. Foi vice-prefeito e prefeito por várias vezes. Por fim, ele atuava como assessor parlamentar do deputado federal Luis Carlos Heinze.
Bianchini volta pra casa
Já o atual deputado Bianchini (PR) precisava de bem menos. Segundo ele mesmo anunciou, sua eleição estaria ganha com 20 mil votos. Em Santiago, o popular D’Ferro fez 8.434, somando 15.857 no estado. Também não deu.
Os novatos
Os estreantes na política Márcio Bitencourt (PDT) e Giovani Pasini (Patriota) também ficaram pelo caminho. Márcio fez 220 votos em Santiago e 825 no geral. Pasini chegou aos 197 em Santiago e somou 1.602 no Estado.
Pela região
O outro candidato da região a deputado estadual e que fez votos em Santiago foi Horácio Brasil (Podemos), de São Chico. O ex-prefeito fez 167 em Santiago, 3.773 em sua cidade e 5.404 no geral. Não emplacou.
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| Marcelo Brum |
Marcelo Brum
Para federal Santiago apresentou Marcelo Bum (PSL), que buscava vaga na Câmara Federal. O comunicador da Voz do Campo somou 6.178 votos em sua terra e, no geral, chegou a 24.820.
Bolsnoro e Haddad
no segundo turno
O capitão Jair Bolsonaro (PSL) fez 46,04% da votação total, enquanto que o petista Fernando Haddad chegou a 29,26%. Em Santiago, Bolsonaro fez 15 mil; Haddad (PT), 7.344 e Ciro (PDT) somou 3.017 votos. Os dois já estão em campanha para o segundo turno.
Para governador
os mais votados em Santiago: Eduardo Leite (PSDB) fez 9.465; Sartori (MDB), 9.273; Rosseto (PT), 5.359.
Senador Heinze, o fenômeno
O deputado federal que mais fazia votos para a câmara foi o que mais fez para o senado. O progressista Luis Carlos Heinze fez 18.039 votos em Santiago e somou 2 milhões e 300 mil no total. Essa fenomenal votação contrariou as pesquisas, as quais indicavam Paim (PT) e Fogaça (MDB) bem à frente.
O são-borjense se lançou inicialmente ao governo gaúcho, mudou de ideia no meio do caminho e resolveu concorrer ao Senado. Seu apoio ao amigo Bolsonaro também o ajudou.
A nova cara da Assembleia Gaúcha
Silvana Covatti (PP) – Ernani Polo (PP) – Lara (PTB) – Sérgio Turra (PP) – Adolfo Brito (PP) – Kelly Moraes (PTB) – Classmann (PTB) – Dirceu do Busato (PTB) – Elizandro Sabino (PTB) – Professor Issur Koch (PP) – Frederico Antunes (PP) – Gabriel Souza (MDB) – Tiago Simon (MDB) – Edson Brum (MDB) – Costella (MDB) – Fábio Branco (MDB) – Zanchin (MDB) – Gilberto Capoani (MDB) – Sebastião Melo (MDB) – Edegar Pretto (PT) – Valdeci Oliveira (PT) – Jeferson Fernandes (PT) – Mainardi (PT) – Pepe Vargas (PT) – Zé Nunes (PT) – Sofia Cavedon (PT) – Fernando Marroni (PT) – Tenente Coronel Zucco (PSL) – Ruy Irigaray (PSL) – Dr. Thiago (DEM) – Eric Lins (DEM) – Vilmar Lourenço (PSL) – Capitão Macedo (PSL) – Any Ortiz (PPS) – Pedro Pereira (PSDB) – Mateus Wesp (PSDB) – Viana (PSDB) – Zilá Breitenbach (PSDB) – Eduardo Loureiro (PDT) – Juliana Brizola (PDT) – Gerson Burmann (PDT) – Luiz Marenco (PDT) – Gaúcho da Geral (PSD) – Paparico Bacchi (PR) – Airton Lima (PR) – Elton Weber (PSB) – Franciane Bayer (PSB) – Dalciso Oliveira (PSB) – Fábio Ostermann (Novo) – Giuseppe Riesgo (Novo) – Sergio Peres (PRB) – Francis Somensi (PRB) – Luciana Genro (PSOL) – Rodrigo Maroni (Podemos) – Neri O Carteiro (Solidariedade).
A lista pode mudar devido ao eventual deferimento de candidaturas que estão com recursos no TSE.





