A Justiça vai investigar o vereador Dionísio Prates de Oliveira (PTB) e outras 10 pessoas por fraude no Instituto de Previdência Social do Estado (IPE). Ele é suspeito de nomear assessores por até quatro meses e depois demiti-los. Eles não chegavam a desempenhar a função, mas tinham acesso ao plano de saúde que é exclusivo para servidores estaduais e municipais. Apesar da demissão, seguiam pagando as mensalidades do plano, custeadas em parte pelo poder público, e até incluíam parentes. A fraude aconteceu entre 2012 e 2014, período em que o vereador era presidente da Câmara. Entre os beneficiados do esquema estão um ex-prefeito, um ex-vereador e empresários da cidade.


