“A decisão de manter ou não as atividades econômicas pode significar uma diferença de mais de 1 milhão de vidas”

A Procuradoria dos Direitos do Cidadão (Ministério Público Federal) alerta que o afrouxamento pode configurar improbidade administrativa caso o sistema de saúde disponível não seja suficiente para suportar o pico da pandemia. “É dever do Poder Público garantir o direito à saúde da população. No Brasil, a decisão de manter ou não as atividades econômicas pode significar uma diferença de mais de 1 milhão de vidas”, aponta a Procuradoria.



