(J.Lemes)
Hoje à tarde segurei um idoso que mal conseguia se equilibrar numa dessas tantas calçadas destruídas em Santiago. Pior ainda é que foi na frente do nosso jornal. Que vergonha!
A árvore que destruiu tudo já foi serrada (com ordem da prefeitura) mas ficou o toco, e diz o dono do prédio que a tarefa de arrancá-lo (para aí sim arrumar a dita calçada) cabe à secretaria de Meio Ambiente. Até lá, vamos torcendo para que outros idosos não caiam ali. (hoje o dono será contatado de novo).
Santiago é uma vergonha para o resto da região nesta área. Onde há calçadas, há entulhos e onde não há entulhos nem calçada, quem deveria ver não vê nada. Não existe força de lei que consiga resolver isso. Não tem prefeito que dê um duro nesta gente relaxada que não cuida a frente de suas casas. É medo de perder popularidade? Mas então pra que leis? Rasguem tudo!
E os 13 vereadores o que fazem que não falam disso? Ficam apenas defendendo seus governos? Cadê um que tenha sangue na cara pra tocar neste ponto e incomodar até darem jeito?
Senhores, leitores; senhores, idosos: em plena semana da conferência do idoso a gente não acha um que realmente defenda os direitos dessa classe. E em Santiago já são uns 15 mil idosos. Como dizem alguns dos mais novos e donos dessas calçadas destruídas ou trancadas de lixo, “Os velhos que se ferrem!”
Rua Benjamin Constant.
Neri Gomes Peixoto (abaixo: Osvaldo Aranha).






