Quando deixou a cadeia em 8 de novembro, lideranças avaliavam que, fora da prisão, ele poderia ajudar a organizar a oposição contra Bolsonaro. Seis meses depois, porém, o petista não encontrou o protagonismo político que tinha no passado, mantém pouca interlocução com outros setores da oposição e praticamente não tem diálogo com segmentos da sociedade fora da esquerda. “A libertação não despertou qualquer nova energia no partido”, avalia o cientista político Carlos Melo. “Lula preso tensionava muito mais com a política do Brasil do que agora”, disse.




