O ministro recuou diante da mensagem do general Heleno de que tal ato poderia gerar “consequências imprevisíveis”

O ministro ressaltou a importância do STF no que chamou de “singular momento, em que o Brasil enfrenta gravíssimos desafios”. O pedido da apreensão havia sido feito por PDT, PSB e PV, como tentativa de desdobrar a investigação que analisa a suposta interferência do presidente na Polícia Federal (PF). A possibilidade de apreensão dos celulares gerou forte reação do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno. Em nota, o general da reserva afirmou que isso poderia gerar “consequências imprevisíveis” para a estabilidade nacional. Então, Celso de Mello recuou.



