
O antídoto é produzido por uma empresa italiana em parceria com a Universidade de Oxford
Para fazer parte da amostragem, serão recrutados mil voluntários da linha de frente de combate. O critério para recrutamento é ser soronegativo, ou seja, ainda não ter sido infectado. Os procedimentos no Brasil devem começar ainda em junho.
A especialista Lily Yin Weckx diz que o mais importante é realizar essa etapa do estudo agora, quando a curva ainda é ascendente e os resultados poderão ser mais assertivos.
Os resultados das amostragens serão fundamentais para o registro da vacina no Reino Unido, o que está previsto para o final deste ano. O registro formal deverá ocorrer somente após a finalização dos estudos.
A Universidade de Oxford tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial. (Zero Hora)



