Eduardo Leite diz que o modelo é teórico e inovador, pois faz uma conciliação da atividade econômica com a proteção à vida

“Não está nas mãos do governo ter menos restrições, está nas mãos da população. Estamos distantes de uma volta à normalidade”, afirmou.
As novas regras visam antecipar futuros colapsos nas UTIs pelo Estado.
As alterações se baseará na projeção das mortes nos últimos sete dias e na variação de pacientes em UTI. O indicador também vai mostrar o uso de leitos livres de UTI em relação a leitos por Covid-19.
Na regra das bandeiras preta e vermelha, o município precisará de duas semanas de estabilização em bandeira menos restritiva para efetivamente baixar.



