
Eles foram libertados como precaução contra a disseminação da doença nas cadeias. O número pode ser bem maior, já que o Conselho Nacional de Justiça não conseguiu informações do Acre, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Paraíba e Rio (com a maior população carcerária do país e não consta no relatório).
O estudo também não abrange ainda presos que estavam no regime aberto e nem os detidos em delegacias (existem milhares nessa condição).
Taxa de contaminação nos presídios sobe 800%
Foi sugerido que soltassem todos os apenados de grupo de risco ou com prisão preventiva cujo crime não fosse muito grave. O CNJ informa ainda que houve um aumento de 800% nas taxas de contaminação nos presídios desde maio, chegando a mais de 2,2 mil casos nesta semana.



