
Levantamento por repórteres da Folha em documentos dos 28 anos de atuação de Bolsonaro na Câmara revela modelo de gestão usado para fraudar cofres públicos com contratação de pelo menos 350 assessores em cargos comissionados no período.
Ao menos nove ex-assessores investigados no suposto caso das rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio, que foi comandado por Fabrício Queiroz, foram empregados em cargos comissionados pelo pai, Jair Bolsonaro, durante os 28 anos em que o presidente atuou como deputado federal.
A Folha de S.Paulo fez uma investigação detalhada dos documentos relativos às quase três décadas de mandato do atual presidente, que ocupou gabinete na Câmara entre 1991 e 2018, quando se candidatou à Presidência.




BOLSONARO contratou mais não sabia que eles estavam envolvidos,nem sempre o pai sabe as falcatruas do filho