
Bolsonaro disse que o novo favorito para assumir a pasta é de São Paulo, mas que não iria revelar o nome para evitar que o currículo do escolhido fosse checado. O líder do governo na Câmara, major Victor Hugo, aparece como segunda opção, mas é alvo de resistência no Congresso. (CBN)
Vem aí um evangélico
Na tentativa de evitar novas críticas da bancada evangélica sobre a sucessão no Ministério da Educação, Bolsonaro tem sondado nomes ligados à ala religiosa. O esforço para agradar ao grupo que é um dos pilares do atual governo e manter o perfil conservador que marcou a gestão do ex-ministro Abraham Weintraub.
Até o momento, três evangélicos conversaram com a equipe do presidente: o pastor Milton Ribeiro, ex-vice-reitor do Mackenzie em São Paulo; o professor da Universidade de Brasília (UNB) Ricardo Caldas; e o reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Anderson Correia.



