Paraná– Em Curitiba, a médica Virgínia Helena Soares de Souza, chefe da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Universitário Evangélico, foi presa, por suspeita de praticar eutanásia. Ela antecipava a morte de pacientes em estado terminal, com o uso de procedimentos médicos. ” Ela sempre falava que as pessoas do SUS não davam dinheiro para ela, então ela ficava com os particulares. Ela dizia: aqui quem manda sou eu, aqui vive quem eu quero e morre quem eu quero”, revelou um funcionário do Hospital, um dos maiores do Paraná. Ainda não se sabe o número de vítimas que ela pode ter feito, mas Virgínia trabalhava há 20 anos para o Hospital.


