Não há uma semana que alguém não reclame que precisou do Samu, telefonou, ficou 10 minutos respondendo perguntas mas o socorro não veio. Conforme a enfermeira Marta, responsável pela Samu em Santiago, tudo é definido pela central reguladora em Porto Alegre. “Aqui não ficamos sabendo de nada. É de lá que vem a ordem para atender ou não os casos.” Quanto a uma pessoa que teria morrido por falta de atendimento, Marta disse que enviou e-mail à central em Porto Alegre pedindo esclarecimentos e se realmente houve o pedido de socorro e o porquê de não ter sido liberado.


