
A Folha de S. Paulo traz hoje: “Investidores temem que Bolsonaro vire Dilma”, o que significaria acelerar gastos e sofrer impeachment após descumprir regras fiscais.
Convém dizer que esse discurso sobre a comparação à Dilma já tinha sido ensaiado, mas com o paralelo de fraqueza no Congresso. Com a maior organização política do governo, houve ajuste na tese, agora centrada no teto de gastos. Hoje os jornais ligam a queda na bolsa à preocupação com a questão fiscal e ao desgaste de Paulo Guedes.
Reeleições de Alcolumbre e Maia; coisa boa ou coisa ruim?
Alcolumbre ensaia estratégia para conseguir a reeleição e tem diálogo constante com ministros como Toffoli, Gilmar Mendes, Fux e Barroso. Já há algum tempo, o senador conseguiu emplacar a tese de endosso do STF à sua ambição para continuar no cargo. Pessoas próximas aos ministros dizem que, do ponto de vista pessoal e político, a melhor opção seria viabilizar uma nova presidência de Alcolumbre, mas afirmam que juridicamente, o caso é complicado”, diz o texto.
Parte da imprensa diz que para o governo, Alcolumbre seria boa opção, mas uma decisão favorável do Supremo abriria caminho para o deputado Maia disputar a reeleição.



