
O jornal Folha de São Paulo traz:
União reserva R$ 4 bilhões para criar estatal de energia
Globo: Senado derruba veto que impede reajuste a servidores
Estadão: Contágio de covid no País cai pela primeira vez desde abril
Valor Econômico: Governo sofre derrota que pode custar R$ 132 bilhões
Correio: Senador garante aumento a servidores na pandemia
Falhas no plano de Bolsonaro na aliança com o centrão
O noticiário procura ressaltar falhas no plano de Bolsonaro na aliança com o centrão. A derrota no Senado na derrubada do veto ao aumento de salários de servidores da saúde e segurança é enxergada como fracasso na articulação. “Continua sem forças para aprovar até medias simbólicas”, diz Bruno Boghossian, da Folha. É significativo que o colunista cite no fim uma provocação ao governo feita por Rodrigo Maia, apontado como o principal influenciador na Câmara.
Essa influência atribuída a Maia inclui a esquerda, que, aqui e acolá, aparece em notas de bastidores em aproximação com o parlamentar.
De acordo com o Painel, ao interditar a abertura de créditos extraordinários para obras – opção preferida pela Economia –, Maia agradou à esquerda e ganhou tempo até sair a decisão do STF sobre a sucessão na Câmara.
Se agrada à esquerda, Maia também aparece cada vez mais como representante da defesa dos princípios do mercado, entre eles a responsabilidade fiscal.
Merval Pereira volta a associar Bolsonaro a excesso de gastos e diz que “o obstáculo mais difícil de ultrapassar é a presença de Rodrigo Maia na presidência da Câmara, que já avisou que não aceitará mudanças no teto de gastos, nem aprovará a CPMF”.
Outros pré-candidatos vão tentando ganhar espaço, mas de modo menos ostensivo. A coluna Brasília-DF publica que nomes como Arthur Lira e Fábio Ramalho aproveitam os almoços com Bolsonaro para se promover.
“Não sou candidato de nenhum partido, sou candidato do Parlamento. Se for ao segundo turno, eu ganho. Tive 66 votos da última vez, ou seja, a maior bancada, hoje, sou eu”, diz Ramalho.



