
A eleição municipal é a do contato direto com o eleitor, mas agora…
Os candidatos deste ano estão quase invisíveis. O drama inicia na formação das alianças, Não há encontros presenciais para discutir as bases de um acordo ou programa. Muitos dirigentes estão se reunindo presencialmente por medo de que as conversas virtuais vazem. “A eleição municipal é a do contato direto com o eleitor. Como isso não será possível, teremos de reinventar o jeito de fazer campanha e apostar nas redes sociais”, disse Alceu Moreira, líder do MDB no RS. (fonte: Zero Hora)

Nesta terça, 25, o advogado Miguel Garaialdi, especialista nessa área estará no quadro debate, da rádio Nova Pauta, 100.7, às 17:30.
Redes sociais
As redes, se forem mal utilizadas, podem espantar o eleitor. Quem não se irrita com longos áudios, vídeos pesados e mensagens que enchem a memória do celular?
Sem corpo a corpo
A falta do corpo a corpo não é o único problema. O financiamento é preocupação, que terá o fundo eleitoral. A lei proíbe doações de empresas e as contribuições de pessoas físicas tendem a minguar devido à crise. O trabalho dos militantes e dos cabos eleitorais pagos também será restrito pela pandemia.
Debates
Os debates terão problemas, pois tendem a ser virtuais. Em cidades que não têm emissora de TV, o rádio será o principal veículo.
Coligações
Para complicar a situação dos candidatos a prefeito, as coligações para vereador estão proibidas. Cada partido terá apenas as próprias forças para formar bancada. Os candidatos a vereador terão de dar prioridade às próprias campanhas.
Abstenção
Por fim, há outra preocupação comum a todos: é a previsão de abstenção recorde, pois os eleitores terão medo de irem votar e pegar o vírus, principalmente os mais velhos.



