
Um decreto deve ser publicado em seguida. A proposta está sendo apresentada na reunião com prefeitos. A ideia é que passe a valer a partir da próxima segunda (8) para que as empresas possam se preparar para restringir o acesso ou retirar os produtos das prateleiras.
Quem descumprir, sofrerá multas. A proibição envolve, por exemplo, eletroeletrônicos e itens de bazar. Mas atenção, é proibida a venda presencial. O delivery seguirá autorizado, como já está liberado também para o comércio não essencial. (Conforme o jornal Zero Hora).

Pedido antigo
A restrição à venda desses itens, especialmente em supermercados, era reivindicada por lojistas desde o ano passado. Empresas do chamado comércio não essencial argumentavam que era uma injustiça econômica do ponto de vista de concorrência, mas estimulava a circulação de pessoas nos estabelecimentos.



